
(1942-2014)
Poeta, ficcionista, ensaísta, cronista e tradutor, a obra literária de Vasco Graça Moura cobre uma vastíssima bibliografia e mereceu consagração nacional e internacional. Nos últimos anos recebeu, entre outros, o Prémio Pessoa (1995), a Coroa de Ouro do Festival Internacional de Struga (2004), o Prix Max Jacob Étranger (2007), o Premio Nazionale di Traduzione italiano (2009), os Grandes Prémios de Poesia (1998) e de Romance e Novela (2004) da Associação Portuguesa de Escritores, e os Prémios Paulo Quintela, da Universidade de Coimbra (2006), e Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora (2007).
Mário Crespo é um dos mais respeitados
jornalistas portugueses, com uma longa carreira na televisão. Passou pela RTP,
onde foi correspondente internacional e é desde há vários anos carismático pivot do Jornal das Nove da SIC
Notícias, para além de assinar colunas regulares na imprensa escrita.
Pedro
Reis é gestor e consultor de empresas há 20 anos. Licenciou-se em
Gestão e Administração de Empresas na Universidade Católica Portuguesa, onde
mais tarde concluiu também o Programa Avançado de Gestão para Executivos. Em
1995, ganhou o «Prémio Gestores do Amanhã» atribuído pelo JNICT, pela Egon
Zehnder e pela revista «Fortuna». É actualmente presidente da AICEP Portugal Global.
Manuel Augusto Monteiro é transmontano de
Vila Real. Tem 63 anos. Foi camponês e depois operário. É actualmente
alfarrabista. Em 1974 foi um dos fundadores da União Democática Popular. Em
1979 foi deputado à Assembleia da República por esta força política. Durante 4 anos foi autarca, membro da Assembleia Municipal de Lisboa. Em 1982 abandonou a UDP, continuando a participar na vida política em pequenos
núcleos. Aos 40 anos, com apenas a 4.ª classe, fez exame ad-hoc de acesso à universidade. É aprovado e frequenta o curso de história até ao 2.º ano, na Faculdade de
Letras de Lisboa.
De
uma família originária de Arouca, António Vaz Pinto, S.I., nasceu em Lisboa, em
1942. Fez os estudos secundários no Colégio S. João de Brito, em Lisboa, e
frequentou Direito na Universidade Clássica de Lisboa (até ao 4.º Ano). Em
1965, entrou para o noviciado da Companhia de Jesus em Soutelo (Braga), tendo-se
licenciado em Filosofia, em 1970 (em Braga), e em Teologia, em 1975 (em
Frankfurt am Main, R.F.A.). Em 1974 foi ordenado Sacerdote. Foi superior da Residência do Porto
da Companhia de Jesus e Reitor da Basílica do Sagrado Coração de Jesus da Póvoa
de Varzim. Publicou com a Alêtheia A
História de Deus Comigo e Fé e
Existência Cristã (2010). Dirige actualmente a revista Brotéria.
Orlando Figes é Professor de História no Birbeck
College, Universidade de Londres, e escritor premiado pelas suas obras sobre a
história russa. Nascido em Londres, em 1959, cursou História em Cambridge, onde
leccionou entre 1984 e 1999. É autor de Peasant Russia, Civil War e A People’s
Tragedy: The Russian Revolution 1891-1924, obra que, em 1997, venceu o
Wolfson History Prize, o WHSmith Literary Award, o Longman/History TodayBook of the Year Award, o NCR Book Award e o Los Angeles Times Book Prize. Natasha’s Dance: A Cultural History of Russia,
publicado em 2002, foi um dos
candidates ao Samuel Johnson Prize. Os livros de Orlando Figes estão traduzidos
em mais de vinte línguas.
Margarida
Davim nasceu no Porto em 1979. Licenciada em Ciências da Comunicação pela
Universidade Nova de Lisboa, deu os primeiros passos no jornalismo em estágios
na secção online da TVI e na Rádio
Renascença. Está no semanário SOL, desde a fundação do jornal, onde faz parte
da equipa de Sociedade e Investigação.
Bárbara Rosa,
jurista de Direito Público, tem 32 anos. É uma «sentipensante»,
palavra roubada a um pescador pelo escritor Eduardo Galeano, e, por isso, diz
que é de Viseu. Anda atenta aos concursos públicos de admissão de pessoal do
Município de Almada, pois almeja receber um relógio de ouro antes dos 60 anos.
Leonor Figueiredo é
jornalista desde 1981. Redactora do Correio
da Manhã até final da década de 80, integrou durante 21 anos o corpo
redactorial do Diário de Notícias, de
onde saiu em Janeiro de 2009. Foi distinguida pelo jornal com mais de 20
prémios internos, obteve o Prémio de Imprensa Contra a Sida em 1997, e os
prémios Ramiro da Fonseca e Bordalo, da Casa da Imprensa, em 1999, com «O Caso
Virodene». Viveu em Angola até 1975, de onde partiu após o desaparecimento do
seu pai, um momento terrível da sua vida que a levou à edição do livro Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola (Alêtheia, 2009). Publicou em 2010 a obra Sita Valles - Revolucionária, comunista até à morte.
José Milhazes (n. 1958), jornalista e
historiador português, reside na Rússia (então União Soviética) desde 1977,
onde se forma em História e onde é um dos poucos jornalistas ocidentais a
assistir à queda da URSS. É actualmente jornalista do Público, correspondente da SIC em Moscovo e responsável pelo blogue
Da Rússia. Publicou em 2010 na Alêtheia o livro Samora Machel, Atentado ou Acidente e em 2012 o guia de viagens Portugal - Aqui existe espiríto russo, em cirílico.