Observador Romano

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Praticamente desde a sua fundação, o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada escreve todas as semanas, ao sábado, no Observador, sendo um dos seus cronistas mais lido e partilhado.

As suas crónicas, religiosamente pontuais, como compete à sua condição sacerdotal, são quase sempre uma reflexão a propósito do ano litúrgico, de acontecimentos eclesiais do âmbito nacional ou internacional. Mesmo quando aborda temas de natureza política – como as eleições, a crise dos refugiados, ou a situação da Europa – procura que o seu comentário seja inspirado na perspectiva da fé cristã e da doutrina social da Igreja. Não falta, contudo, nos seus artigos, uma boa dose de ironia e, por isso, têm o condão de provocar uma avalanche de reacções nas redes sociais: alguma vez, foram mais de mil os comentários escritos, na correspondente caixa do Observador, a uma sua crónica!

Duas notas caracterizam esta selecção das crónicas publicadas, desde 2014 até 2018, no Observador: uma indefectível fidelidade à Igreja e ao Papa e um grande amor à liberdade. Do autor transparece, sobretudo, a coerência da sua fé e a sua imensa alegria de viver.

 

O Padre Gonçalo Nuno Ary Portocarrero de Almada nasceu em Haia, Holanda, em 1958, sendo os seus pais e quatro avós de Lisboa, onde também casaram todos os seus bisavós. Licenciou-se em Direito na Universidade de Madrid (Complutense) e doutorou-se em Filosofia pela Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma. É, desde 1986, sacerdote da prelatura do Opus Dei. Capelão de várias instituições educativas, colabora regularmente em diversos jornais nacionais. É autor, entre outras obras, de A Igreja e a vida (Diel, 2004), Crítica da razão dialéctica de Aristóteles (INCM, 2006), Os defeitos de Maria (Lucerna, 2007), Porque não, com Pedro Vaz Patto (Alêtheia, 2009), Via Sacra (Verbo, 2010), Histórias e Morais (Alêtheia, 2011), e de, com Zita Seabra, Auto-de-fé (Alêtheia, 2012) e As Palavras da Palavra (Alêtheia, 2013).


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