Conheça os livros do dia e as promoções na Feira do Livro de Lisboa

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Livros do dia

 

3 de Junho (3.ª feira)

Dante – A Divina Comédia e a Fé, Martim Albuquerque 

Um dos mais notáveis especialistas da obra do poeta italiano traz à discussão a importância da fé do poeta Dante Alighieri na escrita da sua obra mais importante, a Divina Comédia, poema épico e teológico que se divide em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso, que se pensa ter sido9 de Junho (2.ª feira)

4 de Junho (4.ª feira)

Como se Escreve um Romance Policial, G.K. Chesterton 

 

5 de Junho (5.ª feira)

“Golpe Nito Alves” e outros momentos da história de Angola vistos do Kremlin, José Milhazes 

Através de arquivos soviéticos só agora tornados públicos, o jornalista José Milhazes desvenda, através de documentos inéditos, os momentos mais importantes da história de Angola no pós-25 de Abril de 1974, como a ex-URSS os acompanhou e neles interveio.

 

6 de Junho (6.ª feira)

Raízes do Presente, Manuel Braga da Cruz 

O presente não se compreende sem as suas raízes históricas, nomeadamente as mais recentes. Os textos reunidos neste livro incidem sobre as invasões militares sofridas pelo país, sobretudo as invasões francesas, que ficaram marcadas pela firme defesa popular da identidade e da independência nacionais.

 

7 de Junho (sábado)

Os Saneamentos Políticos no Diário de Notícias, Pedro Marques Gomes

José Saramago pretendia que o DN fosse “um instrumento nas mãos do povo português, para a construção do socialismo” e que quem não estivesse “empenhado neste projecto” seria melhor “abandonar o Diário de Notícias”. Clarificava-se, então, a linha editorial que o jornal passaria a ter.

 

8 de Junho (domingo)

As palavras da Palavra, Pe. Gonçalo Portacarrero de Almada e Zita Seabra

Uma entrevista de Zita Seabra ao Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada sobre as parábolas de Jesus, pequenas histórias do Novo Testamento, espaços de liberdade, de livre interpretação, que não são factos, são histórias, em alguns casos poéticas, noutros cheias de humor, algumas com rasteiras ao nosso pensamento.

 

9 de Junho (2.ª feira)

Coração de Cão, Mikhail Bulgakov

Uma sátira mordaz ao «homem novo» soviético, Coração de Cão, escrito em 1925, apenas pôde ser publicado na União Soviética em 1987, com a Perestroika.

 

10 de Junho (3.ª feira - feriado)

Poder e o Povo, Vasco Pulido Valente 

Sucessivamente criticado, anatemizado e sobretudo imitado, rompendo com a historiografia contemporânea e posterior, hoje ilegível, sobre a I República portuguesa, O Poder e o Povo mantém, trinta anos depois da sua 1.ª edição, toda a sua importância. 

 

11 de Junho (5.ª feira)

Bragaparques: a Hora da Verdade, Domingos Névoa

Nascido de uma simples família do Gerês, Domingos Névoa construiu a pulso um importante património que inclui empresas de vários sectores de actividade. Em 2006, viu-se envolvido num «vulcão mediático» que ficou conhecido como o caso Bragaparques e do qual sempre sempre reclamou inocência.

 

12 de Junho (4.ª feira)

Milénio, Tom Holland

Em 900 a.C., poucos adivinhariam que os pequenos reinos cristãos seriam candidatos à futura grandeza. Cercados por implacáveis inimigos e pelo oceano, parecia que os povos cristãos não tinham para onde se virar.

  

13 de Junho (6.ª feira - feriado)

Breve História de Lisboa, cidade do mar, Malcolm Jack

Este é um retrato maravilhosamente escrito de uma cidade muito amada, desde as suas origens até aos dias de hoje. Malcolm Jack capta de forma vívida a história rica e única deste porto, cuja posição no estuário do Tejo o uniu fortemente ao mar.

 

 

14 de Junho (sábado)
Auto-de-Fé, Pe. Gonçalo Portacarrero de Almada e Zita Seabra
«Houve um tempo em que a Igreja depunha os reis que não lhe eram submissos, anatematizava os infiéis e excomungava os hereges. Mas hoje, no início do terceiro milénio da era cristã, é a Igreja que se senta no banco dos réus da nova inquisição: a opinião pública. O papa, os bispos, os padres, os religiosos e os leigos são constantemente inquiridos sobre as razões da sua fé.»

 

15 de Junho (domingo)

Os CantosMaria Filomena Mónica

Descendente de uma ilustre família açoriana, José do Canto apaixonou desde logo Maria Filomena Mónica que lhe dedica a obra que já classificou como o «livro da sua vida».

Promoções

 

 

3 de Junho (3.ª feira)

Correspondência (1834-1890) - D. Maria Tereza Botelho, Theresa Castelo Branco 

«Este livro nasceu quando há muitos anos encontrei no sótão da casa de meus pais, um baú cheio de cartas. O baú pertencera a D. Theresa Saldanha da Gama, minha avó materna, as cartas eram as que ela recebera ao longo da sua vida.»

 

4 de Junho (4.ª feira)

Catarina, a Grande, Carolly Erickson 

Catarina, a Grande revela as complexidades de uma grande soberana, da sua busca por amor, das suas inseguranças, dos inevitáveis desgostos e desapontamentos de uma imperatriz que ousou não partilhar o poder com qualquer homem.

 

5 de Junho (5.ª feira)

Os Grandes Livros, Anthony O’Hear

 

A Odisseia, a Divina Comédia, Os Lusíadas – a grande literatura pode ser lida por todos nós, com uma pequena ajuda. Numa viagem fascinante ao longo de 2500 anos, Anthony O’Hear mostra-nos o caminho, na companhia de livros tão poderosos, emocionantes e cheios de erotismo como qualquer best-seller modern.

 

6 de Junho (6.ª feira)

Jerusalém, a biografia, Simon Sebag Montefiore

Desde o rei David até Barack Obama, desde o nascimento do judaísmo, do cristianismo e do islão até ao conflito israelo-palestiniano, este livro é uma narrativa épica de 3000 anos de fé, de matanças, de fanatismo e de coexistência.

 

7 de Junho (sábado)

Ibéria, José Miguel Sardica

O tema da relação peninsular é um daqueles pratos quentes com o especial condão de animar tanto um debate académico quanto uma conversa informal. Por mais racional que se pretenda que o tema seja – e pode ser – ele desperta sempre emoções que por vezes nada têm que ver com retrospecção séria, conhecimento objectivo, avaliação ponderada e prospectiva realista.

  

8 de Junho (domingo)

Os Cantos, Maria Filomena Mónica

Descendente de uma ilustre família açoriana, José do Canto apaixonou desde logo Maria Filomena Mónica que lhe dedica a obra que já classificou como o «livro da sua vida».

 

9 de Junho (2.ª feira)

Salve-se (d)o Poder Local, Fernando Costa

«São elites porque se entendem como privilegiadas, únicas, na administração da coisa pública. Se os cidadãos soubessem como são gastos alguns dinheiros públicos, revoltar-se-iam contra os seus dirigentes e invadiriam as Câmaras.»

 

10 de Junho (3.ª feira - feriado)

Era uma vez... a Revolução, José Manuel Fernandes

«Tinha 15 anos quando o assassinato de um estudante, Ribeiro Santos, catalisou os sentimentos difusos de revolta que eu já sentia e me levou a tornar-me primeiro num activista das associações de estudantes, logo a seguir num militante radical.»

 

11 de Junho (4.ª feira)

Sussuros, Orlando Figes

«Esta obra de Orlando Figes, sobre o sofrimento infligido ao povo soviético pelo seu próprio regime, é um dos livros mais inesquecíveis que eu li em toda a minha vida.» Simon Sebag Montefiore, in Mail on Sunday

 

12 de Junho (5.ª feira)

Disparates do Mundo, G.K. Chesterton

Esta notável análise das questões sociais e morais do brilhante escritor britânico é tão relevante e actual hoje como à época em que foi escrito, em 1910.

 

13 de Junho (6.ª feira - feriado)

Salve-se (d)o poder local, Fernando Costa

«São elites porque se entendem como privilegiadas, únicas, na administração da coisa pública. Se os cidadãos soubessem como são gastos alguns dinheiros públicos, revoltar-se-iam contra os seus dirigentes e invadiriam as Câmaras.»

 

14 de Junho (sábado)

Condessa d’Edla, Teresa Rebelo

Saberia Elise Hensler, quando se apresentou a 15 de Abril de 1860 no Real Teatro de São Carlos, interpretando a personagem de pajem da ópera O Baile de Máscaras, de Verdi, que o seu futuro ficaria unido ao de D. Fernando II, rei de Portugal?  

 

15 de Junho (domingo)

Humor de mãe, Inês Teotónio Pereira

Pais, filhos e sarilhos: um livro divertido sem manual de instruções. Quando temos filhos nunca mais voltamos a ser os mesmos. Deixamos de ser a pessoa mais importante das nossas vidas e o lugar cimeiro é ocupado pela criançada barulhenta. É uma viagem sem fim, sem GPS, sem destino e com imensos acidentes de percurso.

 

 

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